domingo, 28 de setembro de 2008

E... um novo ano lectivo, muito jovem, aí está! Cheio de coisas novas, esperança e novos saberes.
Para todos, um bom ano!

Na biblioteca, vamos aprender muitas coisas novas, vamos viajar através dos nossos amigos livros e dar asas à nossa imaginação.

Como diz Mário Quintana "Ignorante é aquele que aprendeu a ler e não lê!"

Vamos, então, conhecer como se organizou o saber ao longo dos tempos e como utilizamos essa história na Biblioteca...

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Fernando Pessoa

120 anos de nascimento de Fernando Pessoa

Visita a nossa biblioteca e viaja até ao mundo

de Fernando Pessoa e dos seus heterónimos

segunda-feira, 9 de junho de 2008

História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar



Luís Sepúlveda, escreve-nos uma história doce, simples mas cheia de significado, como podem concluir ao ler esta história fantástica. “História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar” é uma fábula, em que os actores principais são gatos e gaivotas, mas apesar de estas poucas palavras poderem dar a entender de que se trata de um conto para crianças enganam-se, uma criança não consegue retirar desta linda história a lição de vida que ela contém. Temos então a história de um gato, Zorbas, gato grande, preto e gordo, que mora numa casa perto do porto de Hamburgo. Numas férias em que Zorbas fica em casa sozinho, estava ele a apanhar sol na sua varanda, quando lhe cai de repente á sua frente uma gaivota moribunda, que depois de ter sido apanhada pela maré negra, perde-se do seu bando e faz da varanda do Zorbas o seu ultimo destino. Porém, antes de morrer, põe um ovo, e faz dois pedidos a Zorbas, o primeiro é que tome conta da pequena gaivota que irá nascer, o segundo é que a ensine a voar. Perante o estado da pobre gaivota, Zorbas aceita os pedidos, sem se aperceber do tamanho de tal responsabilidade. Assim começa a sua aventura, que sendo fiel á sua palavra vai fazer todos os esforços para fazer cumprir a sua promessa. Até a pequena gaivota nascer, Zorbas, que até agora tinha uma vida descontraída, vê-se com a tarefa de chocar o ovo, desta forma quando a pequena gaivota nasce, Zorbas é chamado de mama. Neste momento, Zorbas procura os seus amigos, que o vão ajudar a cuidar da pequena Ditosa, assim a chamaram, e ajuda-lo nesta difícil tarefa. Os seus amigos são, Collonelo, um gato de alguma idade sempre pronto a dar um bom conselho, Secretário, o seu ajudante, o Sabe-Tudo, gato muito inteligente e o Barlavento, um gato marinheiro. Com as enciclopédias do Sabetudo, com a boa vontade de todos, e com o sentido de cumprir esta obrigação a todo o custo, este pequeno grupo de gatos, começa então esta difícil tarefa, de dar umas lições de sobrevivência a Ditosa, de a ensinar a voar, e de lhe dar o amor e carinho do qual a sua mãe ficou privada. Ditosa, integra-se bem no grupo, de tal modo que começa a achar que também ela é um gato, e que é com eles que ela quer ficar e começa então a lutar contra o esforço dos seus amigos. Mas Ditosa é realmente uma gaivota e a sua verdadeira natureza começa a vir ao de cima, e apesar da imensa vontade de ficar com a sua “família”, a vontade de abrir as asas e voar também a invade. De tal forma que numa noite chuvosa, Ditosa finalmente abre as suas asas, segue o seu destino, e voa, deixando Zorbas com lágrimas nos olhos ao ver partir a sua amiga, mas compreendendo também a necessidade dela de seguir a sua natureza. É uma lição linda, de dois seres completamente distintos, que por partida do destino se juntam, que por honra a uma promessa acabam por construir uma bela amizade, de um grupo de amigos que por lealdade a um do grupo, e que apesar de todas as dificuldades aparentes, o ajudam a cumprir uma promessa quase impossível de cumprir. Como podem ver, é uma parábola cheia de significado, a história de uma linda amizade e de valores que não vemos no dia a dia, um exemplo a seguir e mais do que isso, uma conclusão a tirar: tudo a que nos prestamos a fazer, se o quisermos verdadeiramente, conseguimos alcança-lo.


Maria Teresa Gonzalez

Para quem gosta de crescer com...
eis um valiosíssimo tesouro de encantar e ajudar a crescer....

A Mãe e Eu
O Pai e Eu
A minha Irmã e Eu
O meu Irmão e Eu
A Avó e Eu
O Avô e Eu
Deus e Eu
Num som encantado de valores e sentimentos verdadeiros, que brotam no mais íntimo do coração, em tons harmónicos de cor, vivacidade e ternura, Maria Teresa Gonzalez e seus ilustradores transformam a vida quotidiana, no mais singelo prazer de reflectir e sentir a paixão pela vida.
Boa Leitura para pequenos e grandes
para netos e avós
para pais e filhos
para irmãos e irmãs
...
para ti, espero!

"Em algumas famílias,
é a avó quem ensina a cantar, a dançar...
e também rezar..."


"As mães conseguem logo perceber se não estamos a contar toda a verdade...."



Posso conversar e brincar com os meus amigos
porque Tu colocaste a semente da Amizade no nosso coração
e vamos, em cada dia,
aprendendo a transformar essa semente
numa árvore com 30 metros de altura!"

filipetavares

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Novidades Junho 2008

A tua biblioteca tem sempre mais uma novidade!!!!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Um escritor, uma vida, uma obra...




E mais uma visita aconteceu! Pelas 10 horas, José Fanha apareceu e encantou os presentes com a sua arte de "dizer palavras"! A sensação que ficou, foi de... ternura! José Fanha ama o que faz e vive para despertar o prazer pela leitura e, em especial, pela poesia. Ficou-nos, ainda, a certeza de que adora contactar com crianças e jovens e, de bom grado, correria todas as bibliotecas dos país, sem se cansar. Seria fantástico termos um animador como o José Fanha, a ler em voz alta, todos os dias... para nós.

Entretanto, vamos encontrando alguns alunos poetas...
Aqui, publicamos um poema criado por um aluno do 5º ano, para oferecer a José Fanha.

O Peixinho do Mar Negro dos Meus Olhos

O cheirinho a maresia,
Um peixinho engraçado
Que enquanto ria
Podia ser encontrado.


Era frágil e pequeno,
Solidário e amigo
Negro, moreno
Como o seu riso.


Amigos não tinha,
Segredos não partilhava.
Era uma mira

Para pistola tocada.


À noite brilhava,

Ao luar meu

E com alegria cantava

O canto de quem viveu.


Este peixe escrevia

Texto bonito

E com poesia

Ria um bocadito, mas sempre, sempre,

No mar negro dos meus olhos

Como filmes cómicos, e a brilhar de contente!


Autor: Pedro Nuno Alegrete Augusto
Oferecido pela turma do 5º A da E.B. 2,3 José Ferreira Pinto Basto, Ílhavo

Ano lectivo 2007/08









Algumas das perguntas que os alunos colocaram a José Fanha:

-Há quantos anos é escritor? 5ºB
-Porque é que foi para o colégio militar e como era a sua vida enquanto lá esteve? 5ºB
-Lemos num texto que gostaria de ser palhaço num circo. Porquê? 5ºB
-O menino do livro "O diário de um menino já crescido" é inspirado na sua vida? 5ºF
-Qual foi o livro que gostou mais de escrever? 5ºF
-Que tipo de livros gosta de ler? 5ºF
-O que o levou a ser escritor 5ºF
-Com quantos anos começou a escrever? 5ºF
-Era bom aluno a Língua Portuguesa? 5ºF
-Que línguas sabe falar? 5ºF
-Acha que escrever é uma forma de exprimir sentimentos? 5ºF
-Por que motivo escreveu "A noite em que a noite não chegou"? 5ºF
-Em que se inspirou para escrever "Alex ponto com" e as suas aventuras? 5ºF
-Qual foi o livro que mais gostou de escrever? 5ºF
-Que tipo de livros gosta de ler? 5ºF
-Quais são os momentos que mais o inspiram? 5º A
-Gosta de poesia? Qual o lugar que dá à Poesia nas suas leituras? 5º A
-O que motivou a sua paixão pela escrita? 5º A
-Viveu, ainda jovem, o 25 de Abril. O que sentiu? 5º A


Resumo das respostas, elaborado pelos alunos

José Fanha é um escritor muito divertido, nascido em 19 de Maio de 1951. Os seus pais divorciaram-se quando ele era pequenino e, por isso, foi criado pela sua avó.
Andou no colégio militar de Lisboa. Diz que, por um lado, era divertido mas por outro, muito doloroso.
A sua paixão pela escrita começou com a sua avó que lhe contava histórias que eram fascinantes para ele.
Agora, já feito um homem, diz que gosta de escrever para crianças porque ainda tem um pouco de "puto" dentro de si. Diz também que é totalmente toxicodependente da poesia. Para ele não há momentos especiais de inspiração. Diz, ainda, que para ele, ler é a base de todos as outras coisas e que escrever é uma forma de exprimir sentimentos. Acha que o 25 de Abril, foi uma revolução muito bonita pois em vez de sairem balas e tiros dos canos das espingardas saíram cravos vermelhos e brilhantes...

Escreve-se e lê-se MUITO por Ílhavo...

A nossa escola e o nosso agrupamento arrecadam um conjunto de prémios invejável no concurso literário Jovem 2008.
aqui deixamos a listagem dos vencedores.


A todos os vencedores os nossos Parabéns!

E aqueles que participaram e não alcançaram o "ouro" no reconhecimento das suas obras aqui deixamos a nossa nota de esperança, "estes pequenos contratempos, não são senão um caminhar para uma maior perfeição, para uma melhor obra...

não desistas acredita que podes ir mais longe..."