sábado, 26 de janeiro de 2008

Eu li...

O tempo não pára, de Michael Hoeye
No início, o enredo parecia banal, mas depois, apercebi-me de que era uma aventura fora do vulgar, pois passa-se com animais, ao invés de ser com pessoas. A sua leitura é empolgante, porque queremos sempre saber o que vem a seguir...

David Manuel Tavares, 9ºano, turma B, nº8

Eu li...

Queimada viva, de Souad
Este livro que retrata factos verídicos, é muito emocionante! Através da leitura, deparamo-nos com um apelo contra o silêncio que cobre o sofrimento de milhares de mulheres. Uma das frases que mais me marcou foi a seguinte: "Quando o amor antes do casamento é sinónimo de morte", porque tem um sentido muito forte. Adorei lê-lo e recomendo-o! É um testemunho arrepiante!

Ana Sofia Marieiro, 9ºano, turma B, nº4

Eu li...

As Egípcias, de Christian Jacq
Foi Ptolomeu que, duzentos e alguns anos antes de Cristo, "reduziu" a mulher egípcia à categoria de mulher grega, impondo-lhe um tutor para que este se responsabilizasse por todos os actos jurídicos ou comerciais. A igualdade entre os sexos, um dos valores essenciais da civilização faraónica, desaparece assim! Desde pequena que admiro a história do Egipto e o plano mitológico referente aos egípcios. Este é um livro muito interessante, em que aprendemos muitas informações úteis.

Rosa Angélica Rocha, 9ºano, turma B, nº18

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Eu li...

Harry Potter e os Talismãs da Morte de J. K. Rowling

Numa palavra: espectacular. Este livro é, sem dúvida, o melhor de toda a série Harry Potter, na medida em que, do início ao fim, está repleto de acção, intriga, amor, amizade, mistério e magia. É um livro extremamente viciante e aconselho vivamente a todos a entrarem neste mundo da feitiçaria.



Li, ainda, o Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente

Eu achei esta obra muito interessante e divertida, já que Gil Vicente critica, através do cómico, não só a sociedade portuguesa do século XVI, mas também a actual. A minha cena preferida foi a da Alcoviteira, já que esta traz consigo inúmeros objectos, que a caracterizam como uma mulher falsa e pecadora. Além disso, ela pensa que pode entrar no Céu, pois ajudou muita gente, nomeadamente, os "cónegos da Sé".

Assisti, também, à peça de teatro com o mesmo nome o Auto da Barca do Inferno.

A peça de teatro que eu fui ver foi muito original e irreverente, visto que eram só quatro actores e conseguiram interpretar muitas personagens. No entanto, cortaram quatro cenas, já que se tornava muito difícil trocar de visual. Comparando com o texto dramático, eu gostei mais da representação, uma vez que o encenador adaptou o texto ao seu gosto, duma forma mais moderna e engraçada.

Rita Salomé Magano Bastião nº17 9ºB

Eu li...


Uma Aventura em Lisboa, da Ana Maria Magalhães e da Isabel Alçada

Eu gostei do livro, uma vez que fiquei a saber mais acerca de Lisboa. Acho que esta obra é interessante, já que pretende transmitir ideias que se podem tornar realidade.


Li também Uma Aventura Musical, da Ana Maria Magalhães e da Isabel Alçada

Eu não gostei lá muito do livro, uma vez que fala essencialmente de violinos, tema que não aprecio muito. Contudo, deve ser uma leitura interessante para aqueles que tocam este instrumento.



Li, ainda, o Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente.

Eu achei esta obra muito interessante, pois as personagens que a compõem são muito engraçadas e conseguem cativar os alunos. Por exemplo, no final, os Quatro Cavaleiros dão uma lição de moral muito interessante, uma vez que mostram que, quem morre a servir a pátria e a espalhar a fé cristã, será ilibado de pecados. Será que quem, neste momento, está no Iraque pensa o mesmo?


E... fui ver a peça Auto da Barca do Inferno.

Gostei mais de ler a obra do que de assistir à peça, pois esta não apresentou todas as personagens. Além disso, muitos dos aspectos lidos, não apareceram no teatro.

André Silvestre, n º5, 9ºB

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Eu li...

A Terra do Anjo Azul de António Mota


Podemos dizer que este livro do escritor António Mota retrata o passado rural de uma maneira muito cómica.
A história de Henrique e de todas as pessoas da aldeia do Souto é contada pelo narrador com uma linguagem muitíssimo objectiva e directa. Habitualmente, este tipo de linguagem é raro nos livros que tenho lido.
A infância e o início da adolescência do Henriquinho, com histórias muitíssimo engraçadas, cativou-me página a página, até ao fim da obra.
Ruben Cotton, nº 20, 8ºB

Eu li...


O Deus das Moscas de William Golding


É um livro empolgante e aterrador, que revela tudo o que há de bom e de mau no ser humano. Mostra também que, sem regras e uma sociedade, nós extinguir-nos-íamos a nós próprios. Mostra, nitidamente, que nem sempre o Homem difere muito do animal, que um Homem descontrolado e a quem ninguém detenha é, provavelmente, muito pior do que muitas das feras que existem.
Daniela Oliveira, nº 5, 8ºA